Alimento
a base de Psyllium, frutose, fibra de maçã, farelo
de aveia, canela, complexo de vegetais (brócolis, cenoura,
beterraba, tomate, alecrim, repolho e repolho chinês).
"O psyllium (fibra alimentar) auxilia na redução
da absorção de gordura. Seu consumo deve estar associado
a uma dieta equilibrada e hábitos de vida saudáveis"
e sempre acompanhado de ingestão de líquidos.
A Fibra é um material da parede celular das plantas que
é resistente à digestão por enzimas do sistema
delgado humano.
As
fibras solúveis da aveia demonstraram ter a capacidade
de ajudar a baixar os níveis de colesterol e por isso têm
sido adicionadas a algumas misturas de cereais para pequeno almoço
e lanches.
Com o aumento da expectativa de vida dos brasileiros e ao mesmo
tempo o crescente aparecimento de doenças crônicas
como obesidade, Arteriosclerose, hipertensão, osteoporose,
diabetes e câncer, está havendo uma preocupação
maior, por parte da população e dos órgãos
públicos de saúde, com a alimentação.
Hábitos alimentares adequados como o consumo de alimentos
pobres em gorduras saturadas e ricos em fibras presentes em frutas,
legumes, verduras e cereais integrais juntamente com um estilo
de vida saudável (exercícios físicos regulares,
ausência de fumo e moderação no álcool)
passam a ser peça chave na diminuição do
risco de doenças e na promoção de qualidade
de vida, desde a infância até o envelhecimento.
O
interesse de fibras alimentares na dieta surgiram no início
da década de 70, com grupos de voluntários na África,
pela ação de dois médicos ingleses, Denis
Burkitt e Hugh Trowell, onde descobriram que muitas doenças
ocidentais eram decorrentes da falta de fibras na dieta. Os nativos
eram habituados a refeições ricas em cereais integrais,
verduras, frutas e legumes, que muitas vezes o consumo de fibras
alimentares chegavam até 150 g/dia, enquanto que em países
desenvolvidos o consumo chegava a aproximadamente 15 g/dia, por
este motivo os nativos não conheciam as doenças
gastrointestinais e todas as demais enfermidades comuns em países
desenvolvidos e subdesenvolvidos, onde a ingestão de alimentos
refinados e de origens animais superaram a dos vegetais e alimentos
integrais.
A
partir deste ponto, os cientistas chegaram a seguinte conclusão;
se o homem voltasse à dieta para o qual está geneticamente
adaptado, com mais itens vegetais, naturalmente consumiria mais
fibras alimentares e menos gordura, trazendo diversos benefícios
para a saúde, prevenindo a incidência de câncer
e doenças cardiovasculares, que juntas correspondem a mais
de 80% de mortes prematuras em países desenvolvidos e subdesenvolvidos
como no caso do Brasil.